ADT Segurança Nº 8
Editorial
Foi com muita satisfação que lançámos no passado mês de Março os resultados da 2.ª edição do Barómetro ADT “Segurança, Protecção de Dados e Privacidade em Portugal”, estudo realizado pela PremiValor Consulting a pedido da ADT, relativamente ao qual damos mais detalhes em documento anexo.
O negócio da ADT está centrado em ajudar as pessoas a sentirem-se mais seguras e protegidas neste mundo. As soluções de segurança electrónica têm um papel importante, mas sozinhas não permitem solucionar o problema da insegurança, que é cada vez mais, um factor crítico na nossa sociedade. O objectivo de estudos como este é oferecer dados relevantes que levem à reflexão, para que o conjunto de agentes implicados na melhoria da segurança possam desenvolver de forma conjunta estratégias mais eficazes. Entendendo que também temos um papel de responsabilidade social, a ADT levou a cabo este estudo, e foi com grande orgulho que fizemos publicar uma vez mais os resultados do mesmo, e o demos a conhecer às entidades públicas que tem o pelouro dos temas abordados.
De acordo com a nossa experiência e o que o mercado assim o tem comprovado é que a melhoria das condições de segurança, no que diz respeito à aplicação de sistemas electrónicos, passa cada vez mais pela integração de sistemas potenciada ao máximo pela utilização da tecnologia IP, uma ferramenta transversal a diversos sistemas tecnológicos, uma plataforma de comunicação comum, e que será a base de qualquer projecto de segurança no futuro, na medida em que permite que sistemas comuniquem entre si, interajam, enviando e recebendo informação.
Trabalhar com um conceito global e integrado de segurança, permite minimizar e controlar os possíveis riscos e ameaças a que os negócios e sociedade como um todo estão sujeitos.
A tecnologia IP é cada vez mais uma ferramenta muito útil a qualquer projecto de segurança. Não é de admirar que, inclusivamente determinadas entidades públicas, comecem a apostar nesta tecnologia e a preparar terreno para o futuro, como é o caso do Ministério da Educação que apostou em dotar todas as escolas de redes IP.
Voltando aos resultados do Barómetro ADT, as respostas que obtivemos demonstram que os portugueses não só aceitam a introdução de sistemas de videovigilância como factor dissuasor de comportamentos ilícitos, mas também se sentem mais seguros na presença dos mesmos, desde que lhes sejam dadas garantias de que as imagens não serão utilizadas indevidamente.
Nem a propósito e seguindo a tendência do que já é uma realidade em outros países, foi recentemente aprovado pelo MAI após parecer favorável da CNPD, aquele que é o primeiro projecto de videovigilância da via pública, a instalação de um sistema de videovigilância na zona da Ribeira, no Centro Histórico do Porto. O objectivo com esta implementação é, nas palavras do Presidente da ABZHP, "incluir este elemento de segurança no pacote turístico vendido aos turistas que pretendem visitar esta zona classificada pela UNESCO Património Mundial da Humanidade".
A videovigilância é de resto uma das medidas que tem vindo a ser sucessivamente desejada por inúmeras entidades públicas do nosso país que vêem neste tipo de soluções um complemento à segurança na via pública, pela sua forte capacidade de dissuasão, desejando aplicá-las como medida complementar de segurança em determinados espaços e zonas consideradas menos seguras. Nem a propósito, esta constitui também uma das medidas apresentadas pelo Ministro da Administração Interna no passado mês de Março quando este, anunciou a Estratégia de Segurança 2008. O desenvolvimento/alargamento do Programa Nacional de Videovigilância foi apresentado como a 4.ª medida de segurança a implementar em 2008 em “áreas do país que pelas suas características justificam o recurso a câmaras de vídeo e a outros meios electrónicos para melhorar a segurança colectiva sem abdicar pelo respeito pela reserva da vida privada.” Ainda segundo o Ministro, “o sistema de videovigilância não substitui o elemento humano de actividade policial, constitui um instrumento complementar dessa actividade, de eficiência preventiva e reactiva com forte efeito dissuasor na prática de crimes. Na verdade, a videovigilância melhora a resposta policial no caso concreto e facilita a identificação e o apuramento de responsabilidades contribuindo assim para o reforço do sentimento de segurança.”
Gostaria de terminar este meu editorial referindo uma alteração importante na estrutura da nossa companhia que veio reforçar as nossas capacidades, permitindo-nos oferecer aos nossos clientes uma gama de soluções e serviços de segurança e gestão completa, posicionando-nos cada vez mais como uma empresa capaz de oferecer ao mercado soluções de segurança electrónica integradas com um importante contributo na melhoria das operações diárias do negócio, ao mesmo tempo que protegem pessoas e bens.
Este reforço das nossas capacidades surge com a integração de duas companhias do grupo, a ADT Portugal e a Tyco Fire& Integrated Solutions Portugal numa só empresa, com maiores capacidades e know-how especializado em diversos e diferentes mercados.
"Satisfazer as necessidades de segurança e protecção contra incêndios dos clientes, oferecendo uma solução global e integrada para a protecção do seu negócio” é a grande missão da ADT Portugal, pelo que continuaremos a apostar em oferecer soluções e serviços de excelência apostando na melhoria contínua das nossas competências.
Cumprimentos,
João Ribeiro
Director Geral da ADT Portugal
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